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Política

21/02/2018 ás 15h00 - atualizada em 21/02/2018 ás 17h05

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Redação

São Paulo / SP

Sem Cristiane, governo decide manter interino no Trabalho até março
Michel Temer se reuniu com líderes do PTB, nesta quarta-feira (21), para tratar do impasse na pasta
Sem Cristiane, governo decide manter interino no Trabalho até março

O atual secretário-executivo do Ministério do Trabalho, Helton Yomura, que é filiado ao PTB, deve permancer interinamente à frente da pasta, pelo menos até março. A decisão foi tomada pelo governo federal, diante do impasse do partido em indicar um nome para o lugar da deputada Cristiane Brasil, filha do presidente da sigla, Roberto Jefferson.


O presidente Michel Temer, que nesta quarta-feira (21) se reuniu com o próprio Jefferson e com o líder do PTB na Câmara, Jovair Arantes, achou melhor aguardar a reforma ministerial, que ocorrerá exatamente entre março e abril, para anunciar o novo nome. É nesta época que os atuais ministros deverão deixar os cargos, para concorrer nas eleições de outubro.


Já para o lugar de Yomura, segundo o blog do Valdo Cruz, no portal G1, o PTB deve indicar Leonardo Arantes, sobrinho de Jovair Arantes.



Helton Yomura, ministro interino do Trabalho, participa de evento do Sebrae em janeiro de 2018 (Foto: José Cruz/Agência Brasil)


Na tarde de ontem (20), o presidente do partido usou suas redes sociais para justificar a desistência de indicar o nome de Cristiane Brasil. "Diante da indecisão da ministra Cármen Lúcia em não julgar o mérito neste 1º semestre, o PTB declina da indicação da deputada Cristiane Brasil para o Ministério do Trabalho", escreveu Roberto Jefferson.


"A decisão do partido visa proteger a integridade de Cristiane e não deixar parada a administração do ministério. Agradecemos ao presidente Michel Temer e aos companheiros do partido pelo apoio e respeito com Cristiane Brasil durante esse período de caça às bruxas", completou Jefferson.


O governo trava há quase dois meses uma guerra jurídica com o Poder Judiciário pela nomeação da deputada. Ela foi impedida de assumir pela primeira instância federal por condenações na área trabalhista.


A suspensão foi mantida pela segunda instância e, posteriormente, pela presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, que revogou decisão do ministro Humberto Martins, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Com Notícias Ao Minuto

FONTE: Repórter PB

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