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Cultura

22/05/2017 ás 08h00 - atualizada em 23/05/2017 ás 11h53

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Redação

São Paulo / SP

Descentralização esvaziam Virada Cultural em São Paulo
Cidade toda ficou em estado de atenção para chuvas de domingo
Descentralização esvaziam Virada Cultural em São Paulo

Chuva, descentralização dos palcos dos grandes shows e ação na Cracolândia esvaziaram a 13ª Virada Cultural realizada das 18h de sábado (20) às 18h a domingo (21), a primeira sob a gestão do tucano João Doria, com 900 atrações.


Às 16h18 deste domingo, toda a cidade entrou em estado de atenção para alagamentos por conta da chuva. Na Chácara do Jockey, Sambódromo do Anhembi, Autódromo de Interlagos e Parque do Carmo, os shows tiveram pouca audiência. Artistas como Diogo Nogueira e Alcione cantaram para poucas pessoas. O cantor Eduardo Dussek teve um público ínfimo na Chácara do Jockey em meio a um temporal. O próprio prefeito não compareceu ao evento.


O secretário municipal da Cultura, André Sturm, disse que a crítica sobre o esvaziamento não procede. "Acho que acertamos ao tirar os palcos grandes e colocar os tablados."Várias das atividades foram bem sucedidas. Tinha muita gente no Centro. Não queríamos shows com 40 mil pessoas. O Centro ficou cheio sem muitas pessoas no mesmo lugar", afirmou.


"A descentralização eu acho que também deu certo. Claro que não 100% certo." Sturm destacou que na madrugada de sábado para domingo, a Chácara do Jockey reuniu 30 mil pessoas no show de Dona Onete e Gaby Amarantos. 


"O show da #Virada foi cancelado por motivos de força naturais decorrentes da chuva de sexta-feira que inviabilizaram que o palco e toda a estrutura que se necessita para ter o show do Mano Brown - Boogie Naipe estivesse pronta. Essa estrutura deveria estar pronta na sexta, como combinado", diz o texto.


Sturm explicou que Mano Brown exigiu uma passagem de som na sexta e com o dilúvio daquele dia, não teve como. Ainda de acordo com o secretário, o show vai ser reagendado.


Na madrugada, DJs do Taco Bell, que tocariam no Palco Festas no Coreto da Bolsa de Valores, na Praça Antonio Prado, no Centro da capital, chegaram ao local às 22h de sábado, mas a Prefeitura havia esquecido de montar. A Secretaria da Cultura disse que houve um problema técnico e que foi solucionado às 2h de domingo com o palco montado. "Foi uma falha nossa", disse Sturm.


A Prefeitura investiu R$ 500 mil nos shows no sambódromo. Ao todo, Virada Cultural custou R$ 13 milhões. O secretário destacou ainda que a segurança foi maior este ano.


Sobre o Parque do Carmo, o secretário diz que é uma aposta. "Tivemos shows com 3 mil pessoas. Se tivesse Diogo Nogueira no Anhangabaú, seria 40 mil. Mas estamos apostando nesse local."

FONTE: G1

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