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FORMULA 1

Fórmula 1 vive situação inédita: 4 circuitos não têm contrato para 2020

Hamilton sustentou a ponta na largada do GP da Espanha, em Barcelona

07/05/2019 19h49
Por: Redação
Fonte: UOL
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Imagem: AP Photo/Manu Fernandez
Imagem: AP Photo/Manu Fernandez

A Fórmula 1 realizou apenas quatro etapas neste ano, mas a temporada do ano que vem já preocupa os donos da categoria. Isso porque as negociações para a renovação dos contratos com os organizadores estão atrasadas, fazendo com que a F-1 viva uma situação inédita na categoria desde sua profissionalização: quatro provas, um quase um quinto do calendário de 2020 ainda não está fechado.

Isso, depois do anúncio, na semana passada, de que o GP da Itália fechou um "acordo em princípio" para renovar o contrato até 2024. Ou seja, ainda não há nada oficializado em relação à prova de Monza, cujo acordo atual acaba após a realização da etapa de 2019. O Automóvel Clube da Itália revelou que "os princípios financeiros foram acertados".

Porém, quatro circuitos continuam sem contrato: Espanha, Inglaterra, Alemanha e México. Destes, apenas a Inglaterra acena para um anúncio próximo, ainda que o diretor do circuito de Silverstone, Stuart Pringle, tenha dito que seria "prematuro" falar em acordo, mas garantiu que a pista "ainda está em negociações e tem esperança de que chegará a uma aprovação."

Nos três outros GPs, a situação parece ser mais complicada. Na Espanha, os organizadores dizem que "os próximos dois meses serão fundamentais" para a renovação, e negociam uma diminuição na taxa anual paga à Fórmula 1, em torno de 20 milhões de euros. Há rumores, inclusive, de que o GP da Holanda entraria justamente para cobrir a data, em maio, do GP da Espanha. No entanto, embora fale-se na confirmação do retorno de Zandvoort há meses, nada foi confirmado pela Liberty Media. 

Já a Alemanha era dúvida para a temporada 2019 e só conseguiu entrar no calendário devido à ajuda financeira da Mercedes, mas a montadora tem feito uma série de cortes e já acenou que não pretende continuar colocando dinheiro na realização da prova. Das provas europeias, a etapa alemã é a que tem enfrentado maiores dificuldades para se manter no calendário nos últimos anos.

O problema europeu é o mesmo que o México está enfrentando para a renovação do seu contrato: a falta de investimento do governo. Mudanças no comando tanto no plano nacional, quanto no municipal, na capital Cidade do México, tornam difícil que o Estado financie a etapa, que foi votada nos últimos três anos como a melhor pelos próprios promotores e é uma das que reúnem o maior público no campeonato.

"Como piloto, não há muito o que eu possa fazer", disse o mexicano Sergio Perez. "Deixo nas mãos dos organizadores, que são fantásticos, e também nas mãos do meu país. Realmente espero, como mexicano, que mantenhamos a Fórmula 1 e também como piloto, porque é um evento fantástico. Então acho que a renovação seria boa para todos e espero ouvir boas notícias em breve".

 

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