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POLÍCIA

Polícia prende provedores de internet por receptação de materiais furtados de operadoras de telecom em SP

Foram encontrados R$ 540 mil em equipamentos furtados, entre eles 12 km de cabos de fibra óptica, modens e roteadores de uso exclusivo da Claro, Oi, TIM, Vivo e Vogel

20/09/2019 19h43
Por: Cloves Ferreira
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Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Uma operação da Polícia Civil de São Paulo prendeu cinco provedores de internet por receptação de materiais furtados de grandes operadores de telecomunicações.

A Operação Marshall foi deflagrada pela Delegacia Seccional de Carapicuíba, comandada pelo delegado Heron Mauro Alves da Silva, e identificou irregularidades em provedores de internet da Grande São Paulo e interior.

Na primeira fase da operação, realizada no início de setembro, os investigadores obtiveram mandado judicial de busca e apreensão em cinco provedores de internet na região de Carapicuíba, sendo quatro deles oficialmente autorizados para esta atividade. Foram encontrados equipamentos de propriedade e uso exclusivo das operadoras Claro, TIM e Vivo. Os sócios das empresas foram presos em flagrante.

Entre os materiais apreendidos estavam bobinas de cabos de fibra ótica, caixas de drops óticos, modens e até um capacete utilizado na instalação dos equipamentos, todos com logomarca das operadoras.

Na segunda fase da operação, deflagrada nesta semana, houve busca e apreensão em quatro provedores de internet na Grande São Paulo e interior, sendo três deles oficialmente autorizados para esta atividade.

Também foram apreendidos diversos materiais de propriedade e utilização exclusiva das operadoras Claro, Oi, TIM, Vivo e Vogel, entre eles cerca de 12 km de cabos de fibra ótica, duas ferramentas utilizadas para descaracterização dos drops e cabos, placas, modens e roteadores. Os equipamentos estavam em grande parte com identificação raspada e são avaliados em um total R$ 540 mil.

Combate à ilegalidade

A Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA) e suas empresas associadas têm monitorado e denunciado regularmente às autoridades públicas uma série de operações ilegais de telecomunicação. São casos como provedores sem licença, sem contrato de licenciamento de conteúdo ou de uso de equipamentos não homologados ou furtados. No momento, existem diversas investigações em curso para apuração dos ilícitos e punição dos envolvidos.

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