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SAÚDE

O Coliseu em Roma ficou vermelho.

Mas não pelo sangue dos gladiadores e mártires cristãos.

Mauro Beni

Mauro BeniMauro Beni é Jornalista Correspondente Internacional. Atualmente baseado em Roma, reporta notícias da Itália e do Hemisfério Norte.

01/12/2019 17h27Atualizado há 1 semana
Por: Mauro Beni
Fonte: Ministero della Salute - ITA
Coliseu 01/12/2019. Foto: Mauro Beni.
Coliseu 01/12/2019. Foto: Mauro Beni.

Por ocasião do Dia Mundial da AIDS, que é comemorado em 01 de dezembro de 2019, em Roma, o Coliseu foi iluminado com vermelho, símbolo da luta contra a AIDS. A iluminação foi ligada às 17h30, horário da Itália, e a fachada do monumento na "Via dei Foro Imperiali" ficou vermelha, com a projeção do logotipo "STOP AIDS".

Com 1,7 milhões de infectados pelo HIV em 2018, 33% abaixo de 2010, quase 38 milhões de pessoas vivem com o vírus, das quais 23 milhões têm acesso a terapias que eliminam a carga viral. Hoje a AIDS é menos assustadora, mas esses resultados, devido aos grandes esforços da comunidade científica, ativistas, governos e organizações não governamentais, não devem nos fazer esquecer que a batalha está longe de ser vencida. Em 2018, a AIDS matou 770 mil pessoas, incluindo 100 mil crianças.

Estavam presentes o Ministro da Saúde, Roberto Speranza, membros do comitê técnico e as associações voluntárias mais representativas que atuam no setor. Em apoio a esta iniciativa, haverão no decorrer da semana, pontos de distribuição de materiais de informação.

Ano passado, o Coliseu também foi iluminado de vermelho, mas por outra razão, foi um grito de indiferença em relação às perseguições sofridas pelos cristãos no século XXI.

De Roma, Mauro Beni

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