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Cotidiano CORONAVÍRUS

Após 5 meses de atendimentos e polêmicas, hospital de campanha do Anhembi é desativado

O investimento inicial para a montagem do hospital foi de R$ 7,5 milhões; o custo mensal de manutenção era de aproximadamente R$ 28 milhões

09/09/2020 12h24
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Por: Cloves Ferreira
Após 5 meses de atendimentos e polêmicas, hospital de campanha do Anhembi é desativado

O hospital de campanha do Anhembi, na zona norte da Capital, encerrou suas atividades na última terça-feira (8), após cinco meses de atendimento a pacientes com Covid-19. A gestão Bruno Covas (PSDB) informou que o encerramento dos trabalhos se deu pela queda nos índices de internação na Capital.

O complexo de saúde foi inaugurado no dia 11 de abril, com disponibilidade para receber até 1.800 leitos. Devido à demanda foram utilizados 871 leitos, dos quais 807 de enfermaria e 64 de estabilização. De acordo com a gestão municipal, foram mais de 6 mil atendimentos e 5 mil altas, e cerca de 89 mil exames durante o período de funcionamento.

O investimento inicial para a montagem do hospital foi de R$ 7,5 milhões. O custo mensal de manutenção, até 1º de agosto, era de aproximadamente R$ 28 milhões. Com o fechamento parcial dos leitos, o custo mensal de manutenção caiu para, aproximadamente, R$ 9 milhões por mês.

“Todos os equipamentos (insumos, medicamentos, colchões, respiradores, entre outros) da unidade serão reutilizados nos hospitais da rede municipal e, a maioria dos profissionais, serão realocados em unidades municipais da saúde da capital”, disse a prefeitura por meio de nota.

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